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1º dia:
Que experiências nós temos para compartilhar – Para escutarmos nossas potências de vida e nossas narrativas sobre o que está acontecendo no mundo. Escuta e mudança: O que estamos escutando por aí? Existe uma grande desordem sob os céus e na terra.
2º dia:
DSS: segue sendo uma agenda válida e potente diante dos acontecimentos no mundo atual e da saúde planetária? E o que seria atuar em políticas públicas levando em conta esta abordagem no antropoceno?
Preparar a atividade do dia seguinte para “cartografarmos” os territórios da cidade – nos dividiremos em grupos.
3º dia:
Caminhada até o Mercado Central: que sinais a cidade nos emite ao longo do percurso? – Valer-se da leitura do texto “RECONSIDERAÇÕES SOBRE O “ANDAR” NA OBSERVAÇÃO E COMPREENSÃO DO ESPAÇO URBANO”. Compartilhando os sinais detectados.
4º dia:
O que a intesetorialidade e a interdisciplinaridade pode e precisa fazer para a saúde da terra. Para praticarmos e analisarmos a intersetorialidade. Experiências promissoras sobre intersetorialidade.
5º dia:
Política Nacional de Promoção da Saúde – Segue vigente e necessária. Competências e núcleos de saber em PS: o que ensinar, como ensinar, como se aprende? Avaliando: “começaria tudo outra vez se preciso fosse, meu amor?”. |