| Descrição:
|
Ementa: Possibilitar ao residente o conhecimento e a reflexão sobre as práticas profissionais de promoção à saúde e cuidado no hospital e sobre a construção de práticas interdisciplinares, intersetoriais, em equipe e em rede. a atuação da profissional e multiprofissional no cuidado da criança, adolescente, adulto e idoso nos vários ambientes hospitalares. Auxiliar o residente a desenvolver o raciocínio clínico tanto para a avaliação quanto para o tratamento multidimensional, considerando as necessidades de saúde da população atendida, bem como suas características psicossociais e culturais.
Conteúdo Programático:
Os residentes deverão cursar o módulo pertinente à área de concentração e área profissional para a qual foi aprovado no processo seletivo.
Módulo - Fisioterapia, a promoção da saúde e do cuidado a crianças e adolescentes em contextos hospitalares I
Conteúdo Programático: semiologia e fisiologia dos sistemas respiratório, neurológico, urológico, cardiovascular e músculoesquelético, interação entre a
avaliação dos sistemas e a proposta de tratamento fisioterapêutico. Fisiologia da
mulher e a implicação para o atendimento fisioterapêutico da criança e
adolescente. O processo de adoecimento e o processo de cura. Classificação das
funcionalidades, interpretação dos exames laboratoriais e complementares,
avaliação multidimensional da criança e do adolescente. O tratamento fisioterapêutico aplicado às principais disfunções respiratórias, cardiológicas,
neurológicas, ortopédicas e reumatológicas atendidas em nível ambulatorial e
enfermaria. A abordagem fisioterapêutica do recém-nascido e a relação mãe-bebê.
A abordagem fisioterapêutica do recém-nascido e a relação mãe-bebê. A humanização da atenção e a integralidade do cuidado na assistência hospitalar. A saúde e os cuidados necessários com o cuidador.
Módulo - Fonoaudiologia, a promoção da saúde e do cuidado a crianças e adolescentes em contextos hospitalares I
Conteúdo Programático:
1. O campo da produção do cuidado em saúde, a fonoaudiologia e as práticas no hospital: uma discussão sobre a constituição do
campo.
2. As origens e trajetórias da intervenção do fonoaudiólogo no hospital geral: as
origens da fonoaudiologia nos hospitais e as tendências atuais de sua intervenção. A
humanização da atenção e a integralidade do cuidado como eixo da gestão e da assistência hospitalar.
3. A fonoaudiologia e os processos saúde-doença-cuidado,
com destaque para:
• o desenvolvimento de práticas e saberes da fonoaudiologia no
hospital e em seus contextos, apoiados nos princípios de uma clínica ampliada que
reconhece e acolhe as necessidades singulares das pessoas sob cuidados clínicos
ou cirúrgicos;
• os desafios para a construção e fortalecimento de uma atenção hospitalar, fundada em ações de cuidado interdisciplinares, intersetoriais e em
rede.
4. A atenção fonoaudiológica no âmbito das unidades pediátricas ambulatoriais e de
internação não intensiva, e de acordo com programas variados (atendimento domiciliário, internação domiciliar, humanização hospitalar, cuidado ao cuidador, dentre outros). Normas de controle de infecção hospitalar.
5. A dinâmica de atendimento fonoaudiológico no âmbito das unidades pediátricas ambulatoriais e de internação não intensiva, os processos de triagem, identificação de prioridades, confecção do mapa de atendimento, avaliação e intervenção
(individual, grupal, familiar, domiciliar, institucional), encaminhamento, referência e
contra-referência.
6. Tecnologias de cuidado em fonoaudiologia no âmbito das unidades pediátricas
ambulatoriais e de internação não intensiva: escuta, acolhimento, sustentação e
continência; tecnologias de promoção da saúde e do desenvolvimento infanto-juvenil; o uso da Tecnologia Assistiva.
7. A atuação do fonoaudiólogo junto à família, aos cuidadores formais e informais e à rede social das crianças e adolescentes, acompanhados no âmbito das unidades
pediátricas ambulatoriais e de internação não intensiva.
Módulo - Terapia Ocupacional, a promoção da saúde e do cuidado a crianças e adolescentes em contextos hospitalares I
Conteúdo Programático:
1. O campo da produção do cuidado em saúde, a terapia ocupacional e as práticas
no hospital: uma discussão sobre a constituição do campo.
2. As origens e as trajetórias do hospital geral na assistência à saúde: a internação
como segregação, a hegemonia do hospital na assistência à saúde, a especialização e a complexificação da intervenção hospitalar, o hospital como reflexo da
falta de acesso às políticas públicas; os movimentos de desospitalização, a internação de curto, prazo, o domicílio como lugar do cuidado.
3. As origens e trajetórias da intervenção do terapeuta ocupacional no hospital
geral: as origens da terapia ocupacional nos hospitais de longa permanência e nos
Centros de Reabilitação, a entrada do terapeuta ocupacional no hospital geral e as tendências atuais de sua intervenção. A humanização da atenção e a integralidade do cuidado como eixo da gestão e da assistência hospitalar.
4. As reflexões relativas às questões do viver, do adoecer, do cuidar e ser cuidado e do estar internado (no hospital ou no domicílio), destacando:
• o processo de adoecimento e da hospitalização, suas conseqüências psicossociais e impacto no cotidiano da pessoa e de sua família/rede social; • a experiência da
(o): adoecimento, sofrimento, morte e luto.
• os impactos destes processos na pessoa, na família e sua rede social e na equipe. 5. A terapia ocupacional e os processos saúde-doença-cuidado, com destaque para: • o desenvolvimento de práticas e saberes da terapia ocupacional no hospital e em seusm contextos, apoiados nos princípios de uma clínica ampliada que reconhece e acolhe as necessidades singulares das pessoas sob cuidados clínicos ou cirúrgicos e de sua rede social;
• os desafios para a construção e fortalecimento de uma atenção hospitalar, fundada em ações de cuidado interdisciplinares, intersetoriais e em rede.
6. A atenção da terapia ocupacional no âmbito das brinquedotecas e das unidades pediátricas ambulatoriais e de internação não intensiva, e de acordo com
programas variados (atendimento domiciliário, internação domiciliar, humanização
hospitalar, cuidado ao cuidador, dentre outros). Higienização de brinquedos e do
ambiente hospitalar.
7. A dinâmica de atendimento da terapia ocupacional no âmbito das brinquedotecas e das unidades pediátricas ambulatoriais e de internação não intensiva, os processos de triagem, identificação de prioridades, confecção do mapa de
atendimento, avaliação e intervenção (individual, grupal, familiar, domiciliar, institucional), encaminhamento, referência e contra-referência.
8. Tecnologias de cuidado em terapia ocupacional em no âmbito das brinquedotecas e das unidades pediátricas ambulatoriais e de internação não intensiva: escuta,
acolhimento, sustentação e continência; a atividade lúdica; tecnologias de promoção da saúde e do desenvolvimento infanto-juvenil; o uso da Tecnologia Assistiva.
9. A atuação do terapeuta ocupacional junto a crianças e adolescentes com variadas situações clínicas, condições de vulnerabilidade social,intensidades de sofrimento psíquico, e impactos no cotidiano e nas atividades da vida diária, acompanhados no
âmbito das brinquedotecas e das unidades pediátricas ambulatoriais e de internação não intensiva.
10. A atuação do terapeuta ocupacional junto à família, aos cuidadores formais e
informais e à rede social das crianças e adolescentes, acompanhados no âmbito das
brinquedotecas e das unidades pediátricas ambulatoriais e de internação não intensiva.
Módulo - Fisioterapia, a promoção da saúde e do cuidado a adultos e idosos em contextos hospitalares I
Conteúdo Programático: semiologia e fisiologia dos sistemas respiratório,
neurológico, urológico, cardiovascular e músculo-esquelético, interação entre a avaliação dos sistemas e a proposta de tratamento fisioterapêutico. Fisiologia da mulher e do idoso e a implicação para o atendimento fisioterapêutico. O processo de adoecimento e o processo de cura. Classificação das funcionalidades, interpretação dos exames laboratoriais e complementares, avaliação multidimensional do adulto, da mulher e do idoso. O tratamento fisioterapêutico aplicado às principais disfunções respiratórias, cardiológicas, neurológicas, ortopédicas, ginecológicas e reumatológicas atendidas em nível ambulatorial e enfermaria. A abordagem fisioterapêutica do recém-nascido e a relação mãe-bebê. A humanização da atenção e a integralidade do cuidado na
assistência hospitalar. A saúde e os cuidados necessários com o cuidador.
Módulo - Fonoaudiologia, a promoção da saúde e do cuidado a adultos e idosos em contextos hospitalares I
Conteúdo Programático:
1. O campo da produção do cuidado em saúde, a fonoaudiologia e as práticas no hospital: uma discussão sobre a constituição do
campo.
2. As origens e trajetórias da intervenção do fonoaudiólogo no hospital geral: as origens da fonoaudiologia nos hospitais e as tendências atuais de sua intervenção. A humanização da atenção e a integralidade do cuidado como eixo da gestão e da assistência hospitalar.
3. A fonoaudiologia e os processos saúde-doença-cuidado, com destaque para:
• o desenvolvimento de práticas e saberes da fonoaudiologia no hospital e em seus contextos, apoiados nos princípios de uma clínica ampliada que reconhece e acolhe as necessidades singulares das pessoas sob cuidados clínicos ou cirúrgicos;
• os desafios para a construção e fortalecimento de uma atenção hospitalar, fundada em ações de cuidado interdisciplinares, intersetoriais e em rede.
4. A atenção fonoaudiológica no âmbito das unidades ambulatoriais e de internação não intensiva, e de acordo com programas variados (atendimento domiciliário, internação domiciliar, humanização hospitalar, cuidado ao cuidador, dentre outros). Normas de controle de infecção hospitalar.
5. A dinâmica de atendimento fonoaudiológico no âmbito das unidades ambulatoriais e de internação não intensiva, os processos de triagem, identificação de prioridades, confecção do mapa de atendimento, avaliação e intervenção (individual, grupal, familiar, domiciliar, institucional), encaminhamento, referência e contra-referência.
6. Tecnologias de cuidado em fonoaudiologia no âmbito das unidades ambulatoriais e de internação não intensiva: escuta, acolhimento, sustentação e continência; tecnologias de promoção da saúde; o uso da Tecnologia Assistiva.
7. A atuação do fonoaudiólogo junto à família, aos cuidadores formais e informais e à rede social de adultos e idosos, acompanhados no âmbito das unidades ambulatoriais e de internação não intensiva.
8. Fundamentos biológicos, psicológicos e sociais para atendimento ao idoso e portador de afecções do Sistema Nervoso Central .
9.Fisiopatologia do Sistema Nervoso Central, em seus aspectos lingüístico-cognitivos.
10. Metodologia de avaliação e terapia fonoaudiológicas (disfagias, disartrias, afasias e distúrbios linguistico-cognitivos) em lesados cerebrais e pacientes geriátricos, na perspectiva cognitiva I.
Módulo - Terapia Ocupacional, a promoção da saúde e do cuidado a adultos e idosos em contextos hospitalares I
Conteúdo programático:
- Promoção da saúde: histórico, conceitos, medidas promotoras de saúde e a questão da interprofissionalidade e intersetorialidade.
- Promoção da saúde pelo terapeuta ocupacional e em equipe interprofissional aplicada às necessidades de saúde de adultos e idosos.
- Autocuidado enquanto medida de promoção da saúde e funcionalidade para adultos e idosos, voltado à participação ativa e efetiva do indivíduo e comunidade no controle do processo saúde-doença, prestado por amigos e familiares e equipe interprofissional.
- Identificação do impacto do adoecimento e da incapacidade no universo ocupacional do adulto e do idoso acompanhado no ambulatório e enfermaria.
- Ações e projetos terapêuticos na ótica da interdisciplinariedade englobando
prevenção e tratamento de doenças, administração de doenças crônicas e reabilitação.
- Articulação dos diferentes níveis de atenção em saúde visando à promoção da saúde integral e integrada de forma a tornar o indivíduo parceiro ativo e co- responsável no processo de atenção a sua saúde, incluindo o âmbito hospitalar.
Módulo 9 - Saúde e Trabalho do Profissional da Saúde I
Conteúdo Programático:
- Introdução à Saúde do Trabalhador (riscos ocupacionais) - Legislação
(Normas Regulamentadoras)
- Política Nacional de Saúde do Trabalhador e a Rede Nacional de Saúde do Trabalhador (RENAST)
- Epidemiologia das Doenças Ocupacionais
- Processo Saúde Doença em Saúde do Trabalhador
- Atuação do profissional em saúde dentro do SESMET (Serviço Especializado em
Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho)
-Ergonomia e Análise Ergonômica do Trabalho
- Saúde Mental e Trabalho e Noções de Psicodinâmica do Trabalho
- Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
- Readaptação e Retorno ao Trabalho
- Saúde dos Trabalhadores da Saúde.
- Avaliação dos riscos ambientais, monitoramento da saúde do trabalhador, medidas de proteção coletivas e individuais, treinamento para promoção / prevenção da saúde do trabalhador, manutenção dos registros, avaliação da efetividade do
PPRA.
Referências Bibliográficas:
ADAMS,R.D.& Victor, M. Principles of Neurology, 5 ª ed.USA: Ed.Mc-Graw-Hill, 1993. AMADO-JOÃO, SM. Métodos de Avaliação Clínica e Funcional em Fisioterapia.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. BECKER, H. Fisioterapia em Ortopedia, Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2008. BECKER, H. Fisioterapia em Traumatologia/ Cirurgia, Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2007 BERNARDI Fisioterapia Preventiva em foco Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2010 BOBATH, K. A Deficiência Motora em Pacientes com Paralisia Cerebral. Barueri: Manole, 1996. CARVALHO, CRC Fisiopatologia Respiratória. São Paulo: Atheneu, 2005.
CORIAT,S.F. Maturação Psicomotora no Primeiro ano de vida da criança. São Paulo: Moraes, 1991. DIAMENTE, A. & CYPIL, S. - Neurologia Infantil - Lefévre. São Paulo: Ed. Atheneu, 1990 EFFGEN, S.K. Fisioterapia Pediátrica - Atendendo às Necessidades das Crianças, Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2007 GIRÃO, M.; LIMA, G.; BARACAT, E. Uroginecologia. São Paulo: Artes Médicas, 1997. GREVE,
J.M Tratado de Medicina de Reabilitação, São Paulo: Roca, 2007. SHEPHERD, R.B
Fisioterapia em Pediatria, Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 1996. Lee D. A Cintura Pélvica. Barueri: Manole, 2001. MAGEE, DJ. Disfunção Musculoesquelética. 3 ed. Barueri: Manole, 2002 KENDALL, F. P. & McCREADY, E. K; Músculos
Provas e Funções. 3 ed. Barueri: Manole, 1987 MARQUES, A P. Manual de
Goniometria. Barueri:Manole. 2003 NEGRÃO, C.E. & BARRETO, A.C.P.
Cardiologia do exercício: do atleta ao cardiopata. Barueri: Manole, 2006 NETTER, F.H. Sistema Nervioso - Transtornos neurológicos y neuromusculares. Tomo 1.2. Barcelona: Ed Masson-Salvat, 1993 NITRINI, R. & BACHESCHI, L.A. A Neurologia que Todo Médico Deve Saber. São Paulo: Santos Maltese, 1991 STEPHENSON, R &
CONNOR, L. Fisioterapia aplicada à ginecologia e obstetrícia. 2ª ed Barueri:
Manole, 2004. UNPHRED,D.A..Fisioterapia Neurológica. Baltimore: Mosby Company/MIR, 1994.
Fernandes FDM, Mendes BCA, Navas ALPGP. Tratado de Fonoaudiologia – Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. Editora Roca, São
Paulo, 2a ed., 2010 - Musiek FE, Ritelmann WF. Perspectivas atuais em avaliação audiológica. Ed. Manole, São Paulo, 2001 - Bevilacqua MC, Martinez MAN, Balen AS, Pupo AC, Reis ACMB, Frota S. Tratato de Audiologia da Academia Brasileira de Audiologia. Ed. Santos, São Paulo, 2011 - periódico Dysphagia Bibliografia Complementar: - Arvedson JC, Brodsky L. Pediatric swallowing and feeding: assessment and management. 2ª ed. Australia: Singular, 2002. - Hall KD. Pediatric dysphagia. Singular Thomson Learning, 2002. - Morris SE, Klein MD. Pre-Feeding Skills – A comprehensive resource for mealtime development. 2nd edition. USA: Therapy Skill Builders, 2000.
Medeiros, A.C., M.A. A Higienização Revista Prática Hospitalar, São Paulo, Cecílio, L.C. e Merhy, E. E. “Integralidade hospitalar”
Inhttp://www.uff.br/saudecoletiva/professores/Acessado em: 01/03/08. 3. De Carlo, M. ocupacional: reabilitação física e contextos 2004. 4. De Carlo, M. M. R. P. et al. Terapia hospitalares. Revista Prática Hospitalar, jan.- fev. 2006. 5. Deslandes, S. (org.) conceitos, dilemas e práticas, Rio de Janeiro: Figueiredo, L.C. As diversas faces do cuidar: cultura. In: Maia, M.S. (org.) Por uma Garamond, 2009. 7. Galheigo, S M. Domínios práticas hospitalares em terapia ocupacional: de 1990 a 2006. Rev. Ter. Ocup. Univ. 8. Galheigo, S M. Terapia ocupacional, lugar do hospital: reflexões sobre a constituição Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo, v. 19, Angeli, A. Terapia Ocupacional e o cuidado adolescentes: a construção do projeto ACCALANTO. Ocupacional da USP, v. 19, nº 3, 2008. Humanização e Cuidado Referenciais para à pessoa com câncer. In: Marilia Bense Práticas em Oncologia. 1ª ed. São Paulo: Galheigo, S.M.; Tessuto, L. Trajetórias, ocupacionais do Estado de São Paulo no ocupacional no hospital. Rev. Ter. Ocup. jan./abr. 2010. 12. Kudo et al.(orgs), Fisioterapia, Ocupacional em Pediatria, 2.ed. So Paulo: Marques, E. e Pfeifer, L.I. A brinquedoteca diferentes contextos. Cadernos de Terapia 2006, pp.91. -102. 14. BRUNELLO, M.de vida na infância com deficiência, Tese CARVALHO, V.L.M. O cuidado com humano. Curso virtual “Educação para psicanalíticas”, Out a Dez, 2010. 16. CASTRO apontamentos para uma reflexão atual. Terapia ocupacional: reabilitação física Rocca, 2004, pp.47-73. 17. JURDI, A. Temas sobre desenvolvimento, v.10, n. Complementar: 1. Benevides, R.; Passos, modismo? Interface Comunic., saúde, Educ., 2. Deslandes, S.. Análise do Discurso oficial hospitalar. Ciên.Saúde Coletiva, Rio de Maria, P.; Kudo, A.; Sato, F. Ações de pediátrica do Instituto da Criança e do Infantil do Hospital das Clínicas da Faculdade So Paulo. Anais do X Congresso Brasileiro ATOGO, CD-ROM, PP.1-11, 2007. 4. humanização da produção de cuidados Humanização dos cuidados em saúde: Janeiro: Fiocruz, 2006, pp. 283-300. 5. de 2005, Diário Oficial da União, Regulamentação Disponível em: http://www.leidireto.com.brincar no processo de humanização da DESLANDES, S.F. (org) Humanização dilemas e práticas. Rio de Janeiro: Fiocruz, R.M.A. & GOMES, R A perspectiva dos promoção do brincar em hospitais. Ciência MITRE, R.M.A. & GOMES, R.. A promoção hospitalização infantil como ação de saúde. 2004. 9. MORSCH, D.S. A criança, sua processos de humanização. In: DESLANDES, cuidados em saúde: conceitos, dilemas pp 235-260. 10. Organização Mundial criança; 1989. Disponível em:
http://www.unicef.pt/docs/pdf_publicacoes/11. TAKATORI, M. Vamos brincar? Do física na Terapia Ocupacional à facilitação apresentada ao Instituto de Psicologia da TAKATORI, M., OSHIRO, M. e OTASHIMA, em Terapia Ocupacional Infantil ocupacional: reabilitação física e contextos 2004, pp.257-275. 13. WINNICOTT, D. Janeiro: Imago, 1975.
ADAMS,R.D.& Victor, M. Principles of Neurology, 5 ª ed.USA: Ed.Mc-Graw-Hill, 1993. AMADO-JOÃO, SM. Métodos de Avaliação Clínica e Funcional em Fisioterapia.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. BECKER, H. Fisioterapia em Ortopedia, Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2008. BECKER, H. Fisioterapia em Traumatologia/ Cirurgia, Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2007 BERNARDI Fisioterapia Preventiva em foco Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2010 BOBATH, B. Hemiplegia no Adulto: Avaliação e Tratamento. Barueri: Manole, 1978.
CARVALHO FILHO, E.T. & PAPALEO NETTO, M. Geriatria: fundamentos, clínica
e terapêutica. São Paulo: Atheneu, 1994. CARVALHO, CRC Fisiopatologia
Respiratória. São Paulo: Atheneu, 2005. FREITAS, E. V.; PY, L.; NERI, A. L.;
CANÇADO, F. A. X.; GORZONI, M. L.; ROCHA, S. M. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. GIRÃO, M.; LIMA, G.;
BARACAT, E. Uroginecologia. São Paulo: Artes Médicas, 1997. GREVE,
J.M Tratado de Medicina de Reabilitação, São Paulo: Roca, 2007. GROSSE, D. &
SENGLER, J. Reeducação Perineal. Barueri: Manole, 2002. KENDALL, F. P. &
McCREADY, E. K; Músculos Provas e Funções. 3 ed. Barueri: Manole, 1987 Lee D.
A Cintura Pélvica. Barueri: Manole, 2001. MAGEE, DJ. Disfunção Musculoesquelética. 3 ed. Barueri: Manole, 2002 MARQUES, A P. Manual de
Goniometria. Barueri:Manole. 2003 NEGRÃO, C.E. & BARRETO, A.C.P.
Cardiologia do exercício: do atleta ao cardiopata. Barueri: Manole, 2006 NETTER, F.H. Sistema Nervioso - Transtornos neurológicos y neuromusculares. Tomo 1.2.
Barcelona: Ed Masson-Salvat, 1993 NITRINI, R. & BACHESCHI, L.A. A
Neurologia que Todo Médico Deve Saber. São Paulo: Santos Maltese, 1991 PERRACINI, M & Flo C. Funcionalidade e Envelhecimento. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2009. REBELATTO, J. R.; MORELLI, J. G. S.
Fisioterapia Geriátrica. A prática da assistência ao idoso. Barueri: Manole,, 2004.
STEPHENSON, R & CONNOR, L. Fisioterapia aplicada à ginecologia e obstetrícia. 2ª ed Barueri: Manole, 2004. UNPHRED,D.A..Fisioterapia Neurológica. Baltimore:
Mosby Company/MIR, 1994
Bibliografia Básica: Furkim AM, Santini CS. (orgs.) Disfagias Orofaríngeas 2a. edição revisada, atualizada e ampliada. Carapicuíba: Pró-fono, 2004, p.340. Furkim AM, Silva RG. Programa de Reabilitação em Disfagia Neurogênica. São Paulo, Frontis Editora, 1999. Mansur LL, Radanovic M. Neurolinguística: Fundamentos para a prática clínica. Edições Inteligentes. São Paulo, 2004. Roach ES, Biller J, Bettermann K. Toole's Cerebrovascular Disorders. Cambridge Medicine. 2010.448 p Chapey R (ed). Language Intervention Strategies in Aphasia and Related Neurogenic Communication Disorders. Fifth Ed. Wolters Kluwer/ Lippincott Williams & Wilkins. 2008. Duffy JR. Motor Speech Disorders. 2ª ed. St Louis. Elsevier Mosby, 2005.
Fernandes FDM, Mendes BCA , Navas ALPGP Tratado de Fonoaudiologia - Segunda Edição. São Paulo. Ed Rocca/ Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, 2009. - Fernandes FDM, Mendes BCA, Navas ALPGP. Tratado de Fonoaudiologia – Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. Editora Roca, São Paulo, 2a ed., 2010 - Bevilacqua MC, Martinez MAN, Balen AS, Pupo AC, Reis ACMB, Frota S. Tratato de Audiologia da Academia Brasileira de Audiologia. Ed. Santos, São Paulo, 2011 - periódico Dysphagia.
ALMEIDA MHM; SPÍNOLA AWP; IWAMIZU PS; OKURA RIS; BARRISO
LP; LIMA ACP. Confiabilidade do Instrumento para Classificação de Idosos quanto
à Capacidade para o Autocuidado. Rev de Saúde Pública. 2008; 42(2): 317-323.
BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Assistência de Média e Alta Complexidade no SUS. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Brasília: CONASS, 2007. Acesso em: 27abr 2011. BRASIL.
Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção á Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. A Pessoa com deficiência e o Sistema Único de Saúde. Brasília: editora do Ministério da Saúde, 2006. BRASIL. Ministério da Saúde.
Secretaria-Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Humanizasus: Política Nacional de Humanização: a humanização como eixo norteador das práticas de Atenção e gestão em todas as instâncias do SUS. Brasília – DF, 2004. Disponíve em: http//www.saúde.gov.br/editora Acesso em: 15 fev 2008. CARLO MRP, LUZO MCM. Terapia ocupacional: reabilitação física e contextos hospitalares. São Paulo: Roca, 2004. pp. 201-232. GILL TM, ROBISON JT, WILLIANS CS, TINETTI ME. Mismatches between the home environment and physical capabilities among community-living older persons. J Am Geriatr Soc 1999; 47:88-92. GITLIN LN, WINTER L, DENNIS MP, CORCORAN M, SCHINFELD S, HAUCK WW. Strategies used by families to simplify tasks for individuals with alzheimer`s disease and related disorders: Psycometric Analysi of Task Management Strategy Index (TMSI). Gerontologist 2002; 42:61-9. MESSECAR DC Caregivers’ ability to make environmental modifications. J Gerontol Nurs 2000; 26 (12): 32-42. NORBURN JEKI. BERNARD SL, KONRAD TR WOOMERT A, DEFRIESE GH, KALSBEEK WD et al. Self-care and assistance from others in coping with functiona status limitations among a national sample of older adults. J Gerontol B Psychol Sci Soc Sci 1995; 50: 101-9. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS), CIF: Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde. Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde para a Família de Classificaçõe Internacionais. São Paulo: Editora da Universidade se São Paulo – EDUSP; 2003. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Organização Pan Americana da Saúde. 25ª Conferência Sanitária
Pan-Americana e 50ª Sessão do
Comitê Regional. Saúde dos
Idosos. Washington (DC);
1998. PEDRETTI LW, EARL MB. Terapia ocupacional: capacidades práticas para as disfunções físicas. São Paulo: Editora Roca. 2005. TOLDRA RC e SA MJCN. A visão do usuário de um serviço de terapia ocupacional: em busca da qualidade da assistência. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo. 2005, vol.16, n.2, pp.
90-96. ISSN 1415-9104. TOLDRÁ RC Terapia Ocupacional e o Método Self Healing: criando novas possibilidades de viver corpo. In:. PÁDUA, E.M.M. e MAGALHÃES, L.V. (org) Casos, Memórias e Vivências em Terapia Ocupacional. Ed Papirus, 2005. Referências Bibliográficas Complementares ALMEIDA MHM. Elaboração
e validação do instrumento CICAc: classificação de idosos quanto à capacidade para o autocuidado. Rev. Ter. Ocup. Univ. São Paulo, v. 15, n. 3, p.
112-20, set./dez., 2004.112
CASTRO ED; LIMA E. MFA, BRUNELLO MIB. Atividades Humanas e Terapia Ocupacional. In: DE CARLO MMPP, BARTALOTTI (orgs.) Terapia Ocupacional no Brasil. São Paulo: Plexus. CAVALCANTI A, GALVÃO C. Terapia ocupacional: fundamentação & prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2007. NEISTADT ME, CREPEAU EB. Willard & Spackman Terapia Ocupacional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. SCHNEIDER M, LARKIN M SCHNEIDER D. Manual de autocura, 2ª parte: patologias específicas: método
self-healing. 1ª ed. São Paulo:
Triom, 1999. TEXEIRA E, SAURON FN, SANTOS LSB OLIVEIRA MC. Terapia ocupacional na reabilitação física. Ed. Roca e AACD, São Paulo, 2002. pp. 333-378.
http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/M. e Carmo J.C. Saúde do Trabalhador no SUS. ; Rocha, L.E. ; Rigotto , R.M. Isto é Trabalho J.; Snelwar, L.I. Silvino, A; Sarmet, M.; Pinho, Ed. Edgard Blucher. São Paulo. 2009. - Incapacidade, Trabalhador. Dossiê Temático. Rev. bras. saúde Trabalho e Terapia Ocupacional; Ed. Roca, São Coletiva e Saúde do Trabalhador: prevenção Audiologia. (Org.). Tratado de Audiologia.http://www.mte.gov.br/legislacao |