Atividade

138828 - ESG e Negócios Sustentáveis

Período da turma: 26/10/2026 a 29/05/2028

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Descrição: Módulo: Gestão de Negócios Sustentáveis

Negócios Sociais
Definição de negócio social. Escopo de atuação dos negócios sociais. A atuação de grandes corporações: programas e joint ventures com fins sociais. Processo de concepção e implantação de negócios sociais. Estratégias de negócios sociais: engajamento da população local. Cases de negócios sociais. Métricas de desempenho. Réplica e expansão. Estratégias de comunicação ao público e à sociedade.

Referências bibliográficas:
AMATO NETO, João et al. ESG investing: um novo paradigma de investimentos? São Paulo: Blucher, 2022.
MACKEY, John; SISODIA, Raj. Capitalismo Consciente. Editora Alta Books, 2018.
SISODIA, Raj; GELB, Michael J. Empresas que curam: despertando a consciência dos negócios para ajudar a salvar o mundo. Rio de Janeiro: Alta Books, 2020.

Estratégias ESG
Temas materiais. Definição de temas materiais: contexto da organização; identificação, avaliação e priorização de impactos e oportunidades. Planejamento estratégico ESG: linhas de base; definição de indicadores; metas; ações; e resultados esperados. Alinhamento com frameworks internacionais (ODS, TCFD, SASB, GRI, entre outros). Integração da agenda ESG aos modelos de negócio e de governança corporativa. Compromissos públicos e comunicação de resultados. ESG como fator competitivo e diferencial reputacional. Exemplos de estratégias ESG no Brasil e no mundo, com análise de cases de sucesso e de fracasso.

Referências bibliográficas:
AMATO NETO, João et al. ESG investing: um novo paradigma de investimentos? São Paulo: Blucher, 2022.
ATCHABAHIAN, Ana Cláudia Ruy C. ESG: Teoria e prática para a verdadeira sustentabilidade nos negócios. Editora Saraiva, 2022.
SOLER, Fabricio; PALERMO, Caroline (coord.). ESG (ambiental, social e governança): da teoria à prática. 1. ed. São Paulo: Expressa, 2023.

Finanças Sustentáveis
Investimentos ESG. Estratégias de Investimentos ESG: triagem; Best-in-Class; integração; investimentos focados; e engajamento. Investimentos de Impacto. Fundos de investimento ESG. Social Return on Investment (SROI): definição do escopo de análise; a identificação dos indicadores; valoração de indicadores; e cálculo. Teoria da Mudança e Mapa de Impacto. IFRS S1 e IFRS S2. Avaliação de risco ambiental na concessão de financiamentos. PCAF (Partnership for Carbon Accounting Financials). Avaliação de risco SAC.

Referências bibliográficas:
AMATO NETO, João et al. ESG investing: um novo paradigma de investimentos? São Paulo: Blucher, 2022.
KASSAI, José Roberto; CARVALHO, Nelson; KASSAI, José Rubens Seyiti. Contabilidade ambiental: relato integrado e sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2019.
OLIVEIRA, Sonia Valle Walter Borges de; LEONETI, Alexandre; CEZARINO, Luciana O. Sustentabilidade: princípios e estratégias. [Digite o Local da Editora]: Editora Manole, 2019.

Marketing e Comunicação ESG
Comportamento do consumidor e consumo consciente. Valores, ética e marketing de sustentabilidade. Marketing social. Marketing ambiental. Produto ecológico: conceito; ciclo de vida; certificação; ecodesign; embalagens ambientalmente corretas; e tecnologia verde. Preços de produtos ecológicos. Instrumentos de promoção de produtos ecológicos. Marca ecológica.

Referências bibliográficas:
ALVES, Ricardo Ribeiro. Marketing ambiental: sustentabilidade empresarial e mercado verde. Barueri: Manole, 2016.
DIAS, Reinaldo. Marketing Ambiental: Ética, Responsabilidade Social e Competitividade nos Negócios, 2ª edição. Grupo GEN, 2014.
SCHIAVINI, Janaina Mortari; MARANGONI, Elaine. Marketing digital e sustentável. Porto Alegre: SAGAH, 2020.
SIQUEIRA, Erica Hevellin da Silva. Marketing sustentável. São Paulo: Platos Soluções Educacionais, 2021.

Sustentabilidade e Responsabilidade Social
Origens e evolução da responsabilidade social. Conceitos de responsabilidade social individual, corporativa e institucional. Dimensões da responsabilidade social: voluntária, normativa e estratégica. Tipologias de atuação social: filantropia, voluntariado corporativo, investimento social privado e valor compartilhado. Terceiro setor, OSCs e parcerias entre empresas e organizações sociais. Responsabilidade social nas cadeias produtivas e nas relações com comunidades locais. Ética empresarial e cidadania corporativa. O papel da responsabilidade social na construção da legitimidade e da reputação organizacional. Indicadores e práticas de mensuração da responsabilidade social. Casos brasileiros e internacionais de atuação social estratégica.

Referências bibliográficas:
ANTONIK, Luis R. Compliance, Ética, Responsabilidade Social e Empresarial. Editora Alta Books, 2016.
DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2017.
REIS, Jorge Emanuel. Responsabilidade Social Empresarial e Empresa Sustentável: da teoria à prática. São Paulo: Saraiva, 2016.

Relatórios ESG
Critérios de avaliação ESG. Definição, gestão e elaboração de relatórios sobre os mecanismos de governança, impactos ambientais e sociais de uma organização. Indicadores ESG. O papel das lideranças nos relatórios de sustentabilidade.

Referências bibliográficas:
AMATO NETO, João et al. ESG investing: um novo paradigma de investimentos? São Paulo: Blucher, 2022.
ATCHABAHIAN, Ana Cláudia Ruy Cardia. ESG: teoria e prática para a verdadeira sustentabilidade nos negócios. São Paulo: Expressa, 2022.
SOLER, Fabricio; PALERMO, Caroline (coord.). ESG (ambiental, social e governança): da teoria à prática. 1. ed. São Paulo: Expressa, 2023.

Diversidade e Inclusão
Conceitos de diversidade. Contextualização histórica e suas reações. Os principais estudos sobre diversidade e inclusão. Contextualização do tema no Brasil. Gestão da diversidade. Dificuldades e justificativas para as práticas de gestão de diversidade. Inclusão enquanto conceito e aplicação nas organizações. Diversidade, inclusão e desempenho organizacional. Algumas provocações sobre o tema e sua emergência no atual cenário.

Referências bibliográficas:
COX, Jr. T.; BLAKE, Stacy. Managing cultural diversity: implications for organizational competitiveness. Academy of Management Executive; v. 5, n. 3, 1991.
COX, Jr. T. The multicultural organization. Academy of Management Executive, v. 5, n. 2, 1991.
CROSS, E. Y.; KATZ, J. H., MILLER, F. SEASHORE, E. W. The promise of diversity. Burr Ridge, IL: Irwin, 1994.
FLEURY, M. T. L. Gerenciando a diversidade cultural: experiência de empresas brasileiras. RAE - Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 40, n. 3, p. 18-25, jul/set 2000.
GOFFMAN, E. A representação do eu na vida cotidiana. Petrópolis: Vozes, 1963.
HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. 10a ed. Rio de janeiro: dp&a; 2005.
HANASHIRO, D. M. M.; CARVALHO, S.G. Diversidade Cultural: Panorama Atual e Reflexões para a Realidade Brasileira. Ed. 47, Vol. 11, N.5, 2005
HANASHIRO, D. M. M. Convivendo com a Diversidade Cultural. In: HANASHIRO, D. M. M
HOFSTEDE, G. Culture’s consequences: international differences in work related values, Bervely Hills, SAGE, 1988.
MAHZARIN, Banaji; GREENWALD, Anthony. Blind SPOT: Hidden Biases of good people. Agosto, 2016.
NKOMO, S.M.; COX, Jr, T. Diversidade e identidade nas organizações. In: CLEGG, S.R. et al. Handbook de Estudos Organizacionais. São Paulo, Atlas, 2007
SARAIVA, Luiz Alex Silva; IRIGARAY, Hélio Arthur dos Reis. Políticas de diversidade nas organizações: uma questão de discurso? Rev. adm. empres., Set 2009, vol.49, no.3, p.337-348. ISSN 0034-7590
TAJFEL, Henri (Ed.). Differentiation between social groups: studies in the social psychology of intergroup relations. London: Academic Press, 1978. p.61-76.
TEIXEIRA, M. L. M.; ZACCARELLI, L. M. Gestão do Fator Humano: uma visão baseada em stakeholders. São Paulo: Saraiva, 2007.

Gestão de Capital Humano
O papel da Gestão de Pessoas. Gestão por competências. Recrutamento e seleção. Capacitação de pessoas: avaliação de necessidades, programas de treinamento, execução e avaliação de resultados. Fontes de resistência à mudança. Avaliação de desempenho e feedback. People Analytics. Ferramentas para People Analytics. Estágios de maturidade de People Analytics nas organizações. Casos de aplicação de People Analytics e exemplos de resultados alcançados. Criação de uma cultura de análise de dados de pessoas.

BITENCOURT, Claudia. Gestão contemporânea de pessoas: novas práticas, conceitos tradicionais. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
DUTRA, Joel Souza. Gestão de pessoas: modelo, processos, tendências e perspectivas. 2. ed. Rio de Janeiro: Atlas, 2016.
FÁVERO, L.P.L.; BELFIORE, P. Manual de análise de dados. Editora Elsevier, 2017.
FÁVERO, L.P.L.; BELFIORE, P. Data Science for Business and Decision Making. Editora Academic Press, 2019.
FERRAR, J.; GREEN, D. Excellence in People Analytics: How to Use Workforce Data to Create Business Value. Editora Kogan Page, 2021.
FERREIRA, Patricia Itala. Gestão de pessoas: gestão por competências. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
GHATAK, R. People analytics: data to decisions. Editora Springer, 2022.
GIL, Antonio Carlos. Gestão de pessoas: enfoque nos papéis estratégicos. 2. ed. Rio de Janeiro: Atlas, 2016.
GRIFFIN, Ricky W.; MOORHEAD, Gregory. Comportamento organizacional: gestão de pessoas e organizações. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
LEONARDI, P.; CONTRACTOR, N. Better People Analytics. 2018.
VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. 16. ed. São Paulo: Atlas, 2016.
WABER, B. People Analytics: How Social Sensing Technology Will Transform Business and What It Tells Us about the Future of Work. Editora FT Press, 2013.

Liderança ESG
A importância do autoconhecimento para o líder de pessoas. Estilos de liderança e os impactos para as equipes. O papel do líder na formação e desenvolvimento de equipes de alto desempenho. As complexidades que envolvem a arte de liderar. Líder Coach. Papel da liderança na cultura organizacional. Liderança compassiva.

Referências bibliográficas:
AZUMA, L. Liderança Compassiva. Editora Multifoco, 2023.
BITENCOURT, Claudia. Gestão contemporânea de pessoas: novas práticas, conceitos tradicionais. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
DUTRA, Joel Souza. Gestão de pessoas: modelo, processos, tendências e perspectivas. 2. ed. Rio de Janeiro: Atlas, 2016.
GOLEMAN, Daniel. Inteligência emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995.
MCSHANE, Steven L.; GLINOW, Mary Ann Von. Comportamento organizacional. 6. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. E-book.
REGATO, Vilma Cardoso. Psicologia nas organizações. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. E-book.
VALLE, Caio Almeida. Inteligência emocional: aprenda a se comunicar e controlar melhor suas emoções. 2016. E-book.

Gestão de Riscos ESG
Método para construção de matriz de risco em sustentabilidade. Modelo de avaliação de riscos. Key Risk Indicators (KRI). Maturidade em gestão de risco. Sistema de identificação e monitoramento de risco. Técnicas de análise de riscos. Assertivas de risco. Materialidade e gestão de riscos. Segurança da Informação e Cybersecurity.

Referências bibliográficas:
GIL, Antonio de L.; ARIMA, Carlos H.; NAKAMURA, Wilson T. Gestão: controle interno, risco e auditoria. Editora Saraiva, 2013.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA – IBGC. Gerenciamento de riscos corporativos: evolução em governança e estratégia. São Paulo: IBGC, 2017.
LIMA, Fabiano Guasti. Análise de riscos. 3. ed. Rio de Janeiro: Atlas, 2023.
MARKS, Norman. World-Class Risk Management. 2015.
PADOVEZE, Clóvis Luís; BERTOLUCCI, Ricardo Galinari. Gerenciamento do Risco Corporativo em Controladoria: Enterprise Risk Management (ERM). 2. ed. São Paulo: Atlas, 2013.
PIZO, Frank. Mapeamento de controles internos Sox. São Paulo: Atlas, 2018.

Gestão de Crises Reputacionais
Parte 1:
Comunicação de risco. Modelos de comunicação de risco: modelo dos 6 passos; modelo do mapa de mensagens; e diálogo com parceiros. Gestão e comunicação de crises. Ciclo de vida da crise. Plano de crises: objetivos; escopo; referências (legislação, normas e políticas); e definições. Comitê de gestão de crises. Resposta à crise. Mapeamento e monitoramento das redes sociais.

Parte 2:
Definição e origens do greenwashing no ambiente corporativo. Tipos de greenwashing e casos reais. Regulação e compliance: como evitar greenwashing. Impactos do greenwashing na captação de recursos e no valuation das empresas. Compliance e a proteção da reputação.

Referências bibliográficas:
NETO, Belmiro Ribeiro da S. Comunicação corporativa e reputação: construção e defesa da imagem favorável. Editora Saraiva, 2010.
SAAD-DINIZ, Eduardo. Ética negocial e compliance. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2019.
ULMER, Robert R.; SELLNOW, Timothy L.; SEEGER, Matthew W. Effective crisis communication. California: Sage Publications, 2007.

Gestão de Stakeholders
Mapeamento, análise e classificação de partes interessadas com base em influência, interesse e impacto. Planejamento e estratégias de engajamento de stakeholders segundo abordagens da gestão de projetos e práticas de sustentabilidade corporativa. Gestão de relacionamento e lealdade do cliente. Sustentabilidade socioambiental na cadeia de fornecedores e de suprimentos: visão sistêmica e ferramentas de gestão. Relacionamento com investidores. Comunicação, monitoramento e reavaliação de estratégias de engajamento. Características da devida diligência em direitos humanos. Ações de prevenção e controle de riscos e impactos às partes interessadas. Impacto social: áreas de influência; análise de riscos e potenciais impactos de empreendimentos sobre comunidades locais; indicadores de melhoria social; preparo para situações emergenciais (emergency preparedness and response); projetos comunitários de inclusão e desenvolvimento sustentável.

Referências bibliográficas:
FACHIN, Melina Girardi; CAMBI, Eduardo; PORTO, Letícia De Andrade. Constituição e direitos humanos: tutela dos grupos vulneráveis. São Paulo: Grupo Almedina, 2022.
FLORIT, Luciano Félix; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; PHILIPPI JR., Arlindo (ed.). Ética socioambiental. Barueri: Manole, 2019.
LAURENTIZ, Victoria (org) Corrupção, direitos humanos e empresa. Belo Horizonte: D´Plácido, 2017.
MARINHO, Bernadete de L.; AMATO, Lucas F.; NETO, João A.; et al. Gestão estratégica de fornecedores e contratos - uma visão integrada - 1ª Edição. Editora Saraiva, 2014.
MAZZUOLI, Valerio de O. Curso de Direitos Humanos. Grupo GEN, 2021.
OCDE. Guia da OCDE de Devida Diligência para uma Conduta Empresarial Responsável. 2018. Disponível em: https://mneguidelines.oecd.org/guia-da-ocde-de-devida-diligencia-para-uma-conduta-empresarial-responsavel-2.pdf.
PIOVESAN, Flávia; CRUZ, Julia Cunha. Curso de direitos humanos: sistema interamericano. Rio de Janeiro: Forense, 2021.
SPAREMBERGER, Ariosto. Vendas: Fundamentos e Relacionamento com os Clientes. Editora Unijuí, 2019.

TÓPICOS ESPECIAIS
Avaliações, atividades complementares, trabalhos em grupo e interação.
Realização das Provas EaD: as provas são disponibilizadas no dia seguinte a aula ao vivo.
Atividades complementares: slides das aulas, material de leitura pré e pós-aula, bibliografia indicada, eventos, reportagens, artigos, entre outros.
Esclarecimento de dúvidas via e-mail após as aulas ao vivo: caso os alunos ainda tenham dúvidas após a aula ministrada, estas serão encaminhadas para o professor e as respostas serão compartilhadas com os alunos.
Interação em aula (trabalhos em grupo): durante a aula ao vivo serão utilizadas as ferramentas TalkShow, Zoom, Wooclap e outros de interação, para desenvolvimento e apresentação de trabalhos em grupo, sanar dúvidas com professor, compartilhar experiências com a turma, responder a enquetes que ajudam na fixação do conteúdo, entre outros.
Chat: ferramenta do sistema acadêmico utilizada durante as aulas ao vivo para que os alunos enviem as dúvidas ao professor.
O histórico do chat fica disponível nos materiais da aula após o término da aula ao vivo.

*Disciplinas e ementas sujeitas a alteração.


Módulo: Tecnologia e Sustentabilidade

Serviços Ambientais
Funções ecossistêmicas. Serviços ecossistêmicos e serviços ambientais. Millennium Ecosystem Assessment (MEA). Classificação dos serviços ambientais: suporte; provisão; regulação; e cultural. Indicadores de serviços ambientais. Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (PNPSA). Valoração ambiental. Agricultura e serviços ambientais: práticas de rotação e integração de culturas; Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF); plantio direto; plantio em nível; cobertura do solo; conservação do solo e da água; otimização de insumos; conservação de Áreas de Preservação Permanente (APP); e outros serviços.

Referências bibliográficas:
ALTMANN, Alexandre; NUSDEO, Ana Maria (Org.). Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (PNPSA) - Lei n° 14.119, de 13 de janeiro de 2021: reflexões para a sua implementação e efetividade. Caxias do Sul: Educs, 2022.
KASSAI, José Roberto; CARVALHO, Nelson; KASSAI, José Rubens Seyiti. Contabilidade ambiental: relato integrado e sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2019.
MONTEIRO, Mônica dos Santos. Serviços ecossistêmicos e planejamento urbano: a natureza a favor do desenvolvimento sustentável das cidades. 2. ed. Curitiba: Appris, 2018.

Gestão de Recursos Hídricos
Ciclo hidrológico. Hidrologia de águas superficiais: bacias hidrográficas; rios; lagos; e monitoramento de águas superficiais. Aquíferos. Gestão da qualidade das águas. Tratamento de água para fins potáveis e de efluentes. Armazenamento, captação e distribuição de água. Métodos e sistemas de irrigação. Exemplos de agricultura irrigada. Desafios da agricultura irrigada: energia, projetos, logística e recursos humanos.

Referências bibliográficas:
ALBERTIN, Ricardo M.; TROMBETA, Letícia R A.; BOTELHO, Lúcio A. L A. Geografia e recursos hídricos. Grupo A, 2021.
CECH, Thomas V. Recursos Hídricos: História, Desenvolvimento, Política e Gestão. Grupo GEN, 2013.
PINTO-COELHO, Ricardo M.; HAVENS, Karl. Gestão de recursos hídricos em tempos de crise. Grupo A, 2016.

Certificações de Sustentabilidade
Características de um sistema de certificação. Avaliação e certificação de edificações sustentáveis. Sistemas de certificação agrícola com abordagem socioambiental. Certificação orgânica do International Federation of Organic Agricultural Movement (Ifoam). Rainforest Alliance Certified, da Rede de Agricultura Sustentável (RAS). Forest Stewardship Council (FSC). Sistema Europegap. Certificação participativa. ISO 14.000. Selos ambientais.

Referências bibliográficas:
ALVES, Ricardo R.; JACOVINE, Laércio Antônio G. Certificação Florestal na Indústria: Aplicação Prática da Certificação de Cadeia de Custódia. Editora Manole, 2015.
KIBERT, Charles J. Edificações sustentáveis: projeto, construção e operação. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2019.
OLIVEIRA, Sonia Valle Walter Borges de; LEONETI, Alexandre; CEZARINO, Luciana O. Sustentabilidade: princípios e estratégias. Editora Manole, 2019.

Gestão de Resíduos Sólidos
Histórico da gestão de resíduos sólidos no Brasil e no mundo. Introdução à Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010). Caracterização e classificação dos resíduos sólidos e rejeitos. Impactos ambientais dos resíduos sólidos e descarte correto. Reciclagem de resíduos sólidos. Gestão e gerenciamento de resíduos sólidos: destinação e disposição final; lixão; aterro controlado; aterro sanitário; tratamento térmico; e manejo de resíduos de serviços de saúde. Resíduos perigosos. Coleta seletiva e cooperativas de catadores. Planos de resíduos sólidos. Resíduos sólidos e economia circular.

Referências bibliográficas:
DAVIS, Mackenzie L.; MASTEN, Susan J. Princípios de engenharia ambiental. Grupo A, 2016.
SOLER, Fabricio; FILHO, Carlos Roberto S. Gestão de Resíduos Sólidos: o que diz a lei. Editora Trevisan, 2019.
TELLES, Dirceu D. Resíduos sólidos: gestão responsável e sustentável. Editora Blucher, 2022.

Cidades Inteligentes e Sustentáveis: Oportunidades de Negócios
Norma internacional para cidades inteligentes: ISO 37120. Sustentabilidade na construção civil. Materiais de baixo impacto ambiental. Reaproveitamento de materiais de construção. Transporte e mobilidade. Planejamento urbano. Meio ambiente: esgotos, cursos de água e resíduos sólidos. Redes de telecomunicações. Internet das coisas para cidades inteligentes e sustentáveis. Inteligência artificial nas cidades inteligentes e sustentáveis.

Referências bibliográficas:
CORTESE, Tatiana Tucunduva P C.; KNIESS, Cláudia T.; MACCARI, Emerson A. Cidades inteligentes e sustentáveis. Editora Manole, 2017.
GRABASCK, Jaqueline R.; CARVALHO, Agatha M. Arquitetura sustentável. Grupo A, 2019.
KIBERT, Charles J. Edificações sustentáveis: projeto, construção e operação. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2019.
NETO, Vicente S. Cidades Inteligentes - Guia para Construção de Centros Urbanos Eficientes e Sustentáveis. Editora Saraiva, 2018.

Clima e Sustentabilidade
Introdução à meteorologia e à climatologia. Movimentos em escala planetária na atmosfera e no oceano. Conceitos e definições de tempo e clima: variabilidade climática; tendência climática; anomalia climática. Variáveis Meteorológicas. Circulação Geral da Atmosfera. Mudanças climáticas, agricultura e sustentabilidade.

Referências bibliográficas:
BARRY, Roger G.; CHORLEY, Richard J. Atmosfera, tempo e clima. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
CARNEVSKIS, Elizabeth Lima; LOURENÇO, Leandro Fellet. Agrometeorologia e climatologia. Porto Alegre: SAGAH, 2019.
WEDY, Gabriel. Desenvolvimento sustentável na era das mudanças climáticas: um direito fundamental. São Paulo: Saraiva Jur, 2018.

Avaliação de Impacto Socioambiental
Processo de Avaliação de Impacto Socioambiental. Abrangência e escopo do estudo. Etapas do planejamento. Identificação de impactos. Métodos de previsão de impactos. Avaliação de importância dos impactos. Análise de risco. Planos de gestão. Comunicação e participação pública. Processos decisórios. Acompanhamento e efetividade da avaliação.

Referências bibliográficas:
BARBOSA, Rildo Pereira. Avaliação de risco e impacto ambiental. São Paulo: Erica, 2014.
SÁNCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2020.
STEIN, Ronei Tiago et al. Avaliação de impactos ambientais. Porto Alegre: SER - SAGAH, 2018.

Energias Renováveis
Matriz energética brasileira. Energia eólica: principais características; conversão; aplicações; parques eólicos; aspectos econômicos; e aspectos ambientais. Energia solar. Geração de energia elétrica a partir de biomassa nos setores industriais: setor sucroenergético; setor de papel e celulose; e setor madeireiro. Aproveitamento energético de resíduos urbanos e rurais. Cogeração de energias térmica e eletromecânica. Energia das marés e ondas. Hidrogênio e células a combustível. Eficiência energética. Redes inteligentes (smart grids). Estratégias de uso de energias renováveis para descarbonização.

Referências bibliográficas:
BARROS, Benjamim Ferreira de; BORELLI, Reinaldo; GEDRA, Ricardo Luis. Eficiência energética: técnicas de aproveitamento, gestão de recursos e fundamentos. São Paulo: Erica, 2015.
MOREIRA, José Roberto Simões (org.). Energias renováveis, geração distribuída e eficiência energética. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2021.
YERGIN, Daniel. O Novo Mapa: Energia, Clima e o Conflito entre Nações. Grupo A, 2023.

Ecossistemas de Impacto Socioambiental
Principais características, benefícios e participantes de ecossistemas de impacto socioambiental. Formas de organização dos ambientes de inovação e empreendedorismo. Inovação aberta e transferência de tecnologia. Incubadoras, parques tecnológicos e núcleos de inovação tecnológica. O papel do Estado e do Sistema Nacional de Inovação. Mecanismos de promoção de relacionamento entre os diferentes atores de um ecossistema de impacto socioambiental. Hubs de inovação. Ecossistemas circulares. Fontes de financiamento para a inovação. Gestão da propriedade intelectual.

Referências bibliográficas:
FASCIONI, Ligia. Atitude pró-inovação: prepare seu cérebro para a revolução 4.0. Rio de Janeiro: Alta Books, 2021.
GIGLIO, Dirceu. Estruturação Jurídica de Ecossistemas de Inovação: parques tecnológicos. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2019.
JUGEND, Daniel; BEZERRA, Barbara S.; SOUZA, Ricardo Gabbay de. Economia Circular: Uma rota para a sustentabilidade. Grupo Almedina, 2022.
NEIVA, Tomás. Comentários ao Marco Legal das startups. Colaboração de Cindy Scofano, Renan Migliorini. São Paulo: Expressa, 2021.
TIGRE, Paulo Bastos. Gestão da inovação: uma abordagem estratégica, organizacional e de gestão de conhecimento. 3. ed. São Paulo: GEN Atlas, 2019.
TROTT, Paul J. Gestão da inovação e desenvolvimento de novos produtos. 4. ed. São Paulo: Bookman, 2012.

Transformação Digital e Sustentabilidade
Conectividade. Internet das coisas e operações sustentáveis: exemplos de aplicações. Plataformas digitais. Ações de crowdsourcing. Tecnologia e impactos da Agricultura Digital. Big Data e gestão de negócios sustentáveis. Inteligência artificial: estado da arte e contribuições à sustentabilidade.

Referências bibliográficas:
MORAIS, Luís Felipe Magalhães de. Transformação digital: como a inovação digital pode ajudar no seu negócio para os próximos anos. Editora Saraiva, 2020.
RIBEIRO, Rui; VEIGA, Paulo. Transformação Digital: Os Desafios, o Pensar e o Fazer. Grupo Almedina, 2023.
ROGERS, David L. Transformação digital: repensando o seu negócio para a era digital. [Digite o Local da Editora]: Grupo Autêntica, 2017.
SIEBEL, Thomas M. Transformação Digital. [Digite o Local da Editora]: Editora Alta Books, 2021.

Inovação para a Sustentabilidade
Conceito de inovação e diferenciação em relação à descoberta e invenção. Diferentes formas de inovação na organização: produto, processo e negócio. O ambiente da Inovação. Open innovation. Gestão da inovação. Comportamentos e atitudes voltadas à inovação.

Referências bibliográficas:
AHMED, P. K. Culture and climate for innovation. European Journal of Innovation Management, v. 1, n. 1, p. 30–43, 1998.
ALLEN, T. J.; HENN, G. W. The organization and architecture of innovation: Managing the Flow of Technology. Boston: Butterworth–Heinemann and Architectural Press, 2007.
ALM, C. J. J.; JÖNSSON, E. Innovation Culture in Five Dimensions: Identifying Cultural Success Factors and Barriers for Innovation. 2014. 1-100 f. CHALMERS UNIVERSITY OF TECHNOL, 2014.
BESSANT, J.; TIDD, J. Inovação e empreendedorismo, 3ª Edição, Porto Alegre, Bookman, 2019.
CRAINER, S.; DEARLOVE, D. Inovação: como levar sua empresa para o próximo nível, Porto Alegre, Bookman, 2014.
SCHERER, F. O.; CARLOMAGNO, M. S. Gestão da Inovação na Prática. 2. ed. São Paulo: Editora Atlas, 2016.
SPERBER, S. C. The Top Managers’ Impact on Opening the Organizational Culture to Innovation. International Journal of Innovation Management, v. 21, n. 2, p. 1750014-1- 1750014–42, 2017.

TÓPICOS ESPECIAIS
Avaliações, atividades complementares, trabalhos em grupo e interação.
Realização das Provas EaD: as provas são disponibilizadas no dia seguinte a aula ao vivo.
Atividades complementares: slides das aulas, material de leitura pré e pós-aula, bibliografia indicada, eventos, reportagens, artigos, entre outros.
Esclarecimento de dúvidas via e-mail após as aulas ao vivo: caso os alunos ainda tenham dúvidas após a aula ministrada, estas serão encaminhadas para o professor e as respostas serão compartilhadas com os alunos.
Interação em aula (trabalhos em grupo): durante a aula ao vivo serão utilizadas as ferramentas TalkShow, Zoom, Wooclap e outros de interação, para desenvolvimento e apresentação de trabalhos em grupo, sanar dúvidas com professor, compartilhar experiências com a turma, responder a enquetes que ajudam na fixação do conteúdo, entre outros.
Chat: ferramenta do sistema acadêmico utilizada durante as aulas ao vivo para que os alunos enviem as dúvidas ao professor.
O histórico do chat fica disponível nos materiais da aula após o término da aula ao vivo.

*Disciplinas e ementas sujeitas a alteração.


Módulo: Economia e Ambiente Regulatório

Economia de Baixo Carbono

Parte 1
Acordo de Paris. Créditos de Carbono. Mercados regulados e mercados voluntários. Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL), REDD e REDD+. Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE). Direitos de Emissão: Cotas Brasileiras de Emissão (CBE). Certificado de Redução ou Remoção Verificada de Emissões (CRVE). Regulação e limites de emissão de gases de efeito estufa. Ações e projetos passíveis de geração de créditos de carbono. Política Nacional de Biocombustíveis (Lei n. 13.576/2017) e RenovaBio. Estudos de casos de empresas brasileiras.
Parte 2
Metodologias de monitoramento remoto aplicadas a projetos REDD+ e restauração: uso de drones com LiDAR e sensoriamento hiperespectral em levantamentos de biomassa e biodiversidade; estimativa de carbono e indicadores de restauração; ferramentas práticas e limitações técnicas: precisão, custo, certificação de inventário florestal. Soluções baseadas na natureza (Nature‑based Solutions – NBS) como mecanismo de geração de créditos. Da restauração ao crédito (do projeto ao mercado): estrutura técnica de um projeto; adaptação a requisitos de MDL, SBCE e mercados voluntários; boas práticas e riscos. Casos práticos: discussão de diferentes cenários (manejo intensivo ou natural regeneração) e como impactam o potencial de crédito; reflexão sobre aplicabilidade no setor privado – empresas interessadas em projetos de offset.

Referências bibliográficas:
NASCIMENTO, J. ESG o Cisne verde e o capitalismo de stakeholder. Thomson Reuters. Revista dos Tribunais. 2021.
OLIVEIRA, Sonia Valle Walter Borges de; LEONETI, Alexandre; CEZARINO, Luciana O. Sustentabilidade: princípios e estratégias. Editora Manole, 2019.
TRENNEPOHL, Natascha. Mercado de carbono e sustentabilidade: desafios regulatórios e oportunidades. Editora Saraiva, 2022.

Economia das Organizações
A evolução da Economia das Organizações. Racionalidade Econômica. Direitos de propriedade e Custos de Transação (ECT). Custos de agência e de mensuração. Análise econômica dos contratos. Instrumentos de coordenação e práticas de cooperação. Matriz institucional e estrutura de incentivos. Instituições e desempenho econômico. Ordem política e lobby. Ambiente institucional e desempenho de organizações (órgãos governamentais, empresas e terceiro setor, por exemplo) no Brasil.

Referências bibliográficas:
MACKAAY, Evert Johannes P.; SZTAJN, Rachel; ROUSSEAU, Stéphane. Análise econômica do direito. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2015.
NORTH, Douglas. Institutions and the Performance of the Economies over Time. In: MÉNARD, C. e SHIRLEY, Mary M. Handbook of New Institutional Economics, Dordrecht: Springer, 2005.
TIMM, Luciano Benetti (org.). Direito e economia no Brasil. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2014.


Economia Circular
Diferenças entre os sistemas de produção linear e circular. Design Regenerativo. Hierarquia de resíduos. Sistema de Ciclo de Vida do Produto. Economia circular e Inovação: inovação de modelos de negócio; eco-inovações; inovação aberta; e tecnologias digitais. Avaliação do Ciclo de Vida. Desenvolvimento de produtos e a relevância dos early stages. Circular Product Design (CPD). Estratégias e abordagens para o design circular: narrowing; slowing; closing; regenerating; e informing. Logística Reversa. Cases de economia circular no Brasil. Desafios para a implementação de práticas circulares.

Referências bibliográficas:
AMATO NETO, João; BARROS, Marcos Cesar Lopes; CAMPOS-SILVA, Willerson Lucas de. Economia circular, sistemas locais de produção e ecoparques industriais. São Paulo: Blucher, 2021.
CARVALHO, Denise da Silva Mota. Economia circular. São Paulo: Platos Soluções Educacionais, 2021.
JUGEND, Daniel; BEZERRA, Barbara S.; SOUZA, Ricardo Gabbay de. Economia Circular: Uma rota para a sustentabilidade. Grupo Almedina, 2022.

Ações Coletivas e Sustentabilidade
Origens históricas da economia solidária e do cooperativismo. Breve recorte histórico da economia solidária no Brasil. Cooperativismo: ramos; princípios; aspectos legais; e diferença entre lucro e sobras. Associações. Diferenças entre associação e cooperativa. Finanças solidárias: cooperativismo de crédito; sistema de fundos rotativos solidários; bancos comunitários de desenvolvimento; e moedas sociais. Política pública de economia solidária. Outras formas de ação coletiva: movimentos sociais organizados, redes de colaboração comunitária e iniciativas participativas de defesa de direitos coletivos. Instrumentos jurídicos de ação coletiva: ações civis públicas, ações populares e conselhos de políticas públicas. Estudos de casos em economia solidária e social, incluindo cooperativas de reciclagem, bancos comunitários, associações produtivas e experiências territoriais de desenvolvimento inclusivo.

Referências bibliográficas:
ALTIERI, Diego; TENÓRIO, Fernando G. Gestão e economia solidária. Ijuí: Editora Unijuí, 2023.
BÜTTENBENDER, Pedro Luís (org.). Gestão de cooperativas: fundamentos, estudos e práticas. Ijuí: Unijuí, 2011.
SINGER, Paul. Introdução à Economia Solidária. 1ª edição. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2002.

Economia Comportamental e Sustentabilidade
Introdução à economia comportamental. Sistemas cognitivos: sistema automático e sistema reflexivo. Heurísticas e vieses cognitivos. Nudge: empurrões comportamentais e gatilhos mentais. A teoria da perspectiva. Comportamento de manada. Processo decisório. Reversão de preferências. Decisões sob risco e incerteza. Economia comportamental e redução de impactos socioambientais: estratégias e casos.

Referências bibliográficas:
ÁVILA, Flávia; BIANCHI, Ana Maria (org). Guia de Economia Comportamental e Experimental. 2. ed. São Paul: EconomiaComportamental.org. 2019.
CORR, Philip J.; PLAGNOL, Anke. Behavioral economics: the basics. New York: Routledge, 2018.
EARL, Peter E. Principles of Behavioral Economics. Cambridge: Cambridge University Press, 2022.
GONÇALVES, Robson.; PAULA, André Luiz Damião de. Economia comportamental e tomada de decisão. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2021.
THALER, Richard H.; SUNSTEIN, Cass R. Nudge: como tomar melhores decisões sobre saúde, dinheiro e felicidade. Rio de Janeiro: Objetiva, 2019.

Economia Compartilhada e Colaborativa
Conceito de economia compartilhada e colaborativa. Gênese e evolução das Plataformas digitais. Impactos das tecnologias de big data; small data; mídia e machine learning e internet das coisas. Economias de blockchain. Iniciativas de economia compartilhada e colaborativa em diversos setores. Cenário regulatório e de proteção ao consumidor.

Referências bibliográficas:
CASTELLS, Manuel (org.). Outra economia é possível: cultura e economia em tempos de crise. Editora Zahar, 2019.
KOZAN, Marcos Vinícius Marini. A Economia compartilhada como alternativa para o desenvolvimento urbano sustentável. São Paulo: Editora Dialética, 2021.
MORAIS, Luís Felipe Magalhães de. Transformação digital: como a inovação digital pode ajudar no seu negócio para os próximos anos. Editora Saraiva, 2020.
SUNDARARAJAN, Arun. Economia compartilhada: o fim do emprego e a ascensão do capitalismo de multidão. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2019.

Bioeconomia
Visão introdutória e estratégica da bioeconomia, com foco em desenvolvimento sustentável, segurança alimentar, inovação e competitividade no setor agroindustrial. Evolução do conceito de bioeconomia no Brasil e no mundo, com destaque para os papéis da ciência, tecnologia e inovação A biotecnologia como vetor da bioeconomia: aplicações no campo, geração de valor e comunicação com a sociedade. Cadeias produtivas sustentáveis e aproveitamento de biomassas agrícolas como base para novos produtos e processos industriais. Inovação, regulação e marcos legais no contexto da bioeconomia (biossegurança, biodiversidade, acesso ao patrimônio genético, propriedade intelectual e transgênicos). Comunicação científica e percepção pública da bioeconomia: mitos, riscos percebidos, evidências e transparência na construção de confiança. Hubs de inovação, parcerias público-privadas e experiências práticas no setor agroindustrial brasileiro. Tendências de mercado, estratégias de descarbonização, agricultura regenerativa e papel do Brasil na bioeconomia global.

Referências bibliográficas:
ALTERTHUM, Flávio (org.). Biotecnologia industrial, v. 1: fundamentos. 2. ed. São Paulo: Blucher, 2020.
CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA. Bioeconomia e a Indústria Brasileira. Brasília: CNI, 2020.
RESENDE, Rodrigo R.; SOCCOL, Carlos R. Biotecnologia aplicada à agroindústria: fundamentos e aplicações. Editora Blucher, 2016.

Green Economy
Conceito e abrangência de Green Economy. Indicadores de crescimento verde (green growth indicators) e áreas prioritárias de atuação. Restauração florestal. Sistemas Agroflorestais (SAFs) para recuperação ambiental. Recuperação de pastagens degradadas. Uso de biomassa para produção de energia renovável. Manejo sustentável do solo: Integração Lavoura-Pecuária (ILP); Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF); plantio direto; uso de produtos biológicos; e exemplos de tecnologias que contribuem para o uso racional dos recursos.

Referências bibliográficas:
DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2017.
MOREIRA, José Roberto Simões (org.). Energias renováveis, geração distribuída e eficiência energética. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2021.
TERCEK, Mark R.; ADAMS, Jonathan S. Capital Natural: como as empresas e a sociedade podem prosperar ao investir no meio ambiente. São Paulo: Alaúde Editorial, 2014.
UNITED NATIONS ENVIRONMENT PROGRAMME. Towards a Green Economy: Pathways to Sustainable Development and Poverty Eradication - A Synthesis for Policy Makers. UNEP, 2011.

Blue Economy
Conceitos e evolução do termo “Economia Azul” no contexto internacional e brasileiro. Setores tradicionais e emergentes: pesca e aquicultura sustentáveis; biotecnologia marinha; energias renováveis offshore (eólica, marés e ondas); turismo azul; mineração marinha responsável; transporte marítimo sustentável. Princípios e instrumentos econômicos e financeiros aplicados à Blue Economy. Indicadores e métodos de mensuração (PIB do Mar, capital natural oceânico). Governança do oceano e cooperação internacional na Década de Ciência Oceânica da ONU e na Agenda 2030 (ODS 14). Estratégias para combate à pesca ilegal, redução da captura acidental e rastreabilidade do pescado. Boas práticas na restauração de ecossistemas marinhos e costeiros (corais, manguezais, pradarias marinhas). Estudos de caso nacionais e internacionais.

Referências bibliográficas:
LAMBERT, Nick; TURNER, Jonathan; HAMFLETT, Andy. Technology and the Blue Economy: from autonomous shipping to big data. Kogan Page, 2019.
SÁ, Marcelo. Limnocultura: limnologia para aquicultura. Editora Blucher, 2023.
TERCEK, Mark R.; ADAMS, Jonathan S. Capital Natural: como as empresas e a sociedade podem prosperar ao investir no meio ambiente. São Paulo: Alaúde Editorial, 2014.

Governança Corporativa
Evolução da Governança corporativa no Brasil e tendências. Importância, conceitos, questões centrais e ferramentas de governança corporativa. Estruturas de governança. Acordos e regras. Aplicando a governança corporativa em diferentes tipos de organizações. Temas de um protocolo familiar. Propósito das organizações. Conselho de administração e conselho de família. Órgãos de fiscalização e controle. Ética negocial e o dilema “shareholders versus stakeholders”.

Referências bibliográficas:
CARMAGNANI FILHO, Edison e D`OVIDIO, Fabíola. A Proteção da Empresa Familiar: com holdings, fundos de investimentos fechados e outras ferramentas jurídicas. São Paulo: Dobra Editorial, 2013.
DUHIGG, Charles. O Poder do hábito. São Paulo: Objetiva, 2012.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Governança corporativa na prática: integrando acionistas, conselho de administração e diretoria executiva na geração de resultados. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2015.
SLOMSKI, Valmor; MELLO, Gilmar Ribeiro de; TAVARES FILHO, Francisco; MACÊDO, Fabrício de Queiroz. Governança corporativa e governança na gestão pública. São Paulo: Atlas, 2008.
VALENTE, Paulo Gurgel. Governança corporativa: a capacitação básica do conselheiro. Rio de Janeiro: LTC, 2009.

Compliance e Responsabilidade Corporativa
Regras quanto às responsabilidades pessoais e regras relativas às pessoas jurídicas. Responsabilidade penal da pessoa jurídica. A importância do Tone at the Top nos programas de Compliance. Comprometimento do Middle Management e da liderança sênior. Liderança e demonstração de compromisso com a cultura de Ética e Compliance. Estratégias de engajamento e comprometimento da liderança e demais colaboradores: reconhecimento; diálogos ou pílulas de compliance; eventos para promoção de integridade; retroalimentação dos elementos do programa; treinamentos que mobilizam. Comunicação: planejamento e estratégia; monitoramento de ações; bate papo um a um sobre integridade; report periódico e transparência; indicador de integridade; e segurança psicológica nas organizações.

Referências bibliográficas:
ANTONIK, Luis R. Compliance, Ética, Responsabilidade Social e Empresarial. Editora Alta Books, 2016.
CARVALHO, André Castro (coord.) et al. Manual de compliance. 3. ed. rev., atual. Rio de Janeiro: Forense, 2021.
SILVEIRA, Renato de Mello J.; SAAD-DINIZ, Eduardo. Compliance, direito penal e lei anticorrupção, 1ª edição. Editora Saraiva, 2015.
VERÍSSIMO, Carla. Compliance: incentivo à adoção de medidas anticorrupção. Editora Saraiva, 2017.

Regulação Ambiental
Aspectos Gerais de Direito Ambiental: Novo Código Florestal (Lei nº 12.651/2012); Área de Preservação Permanente (APP); Reserva Legal (RL); Cadastro Ambiental Rural (CAR); e Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998). Regulamentação do mercado de carbono no Brasil.

Referências bibliográficas:
ANTUNES, Paulo de Bessa. Direito ambiental. 23. ed. rev., atual. São Paulo: Atlas, 2023.
CONSOLETTI, Raul Miguel Freitas de Oliveira. Concessão Florestal: exploração sustentável de florestas públicas por particular. 1ª. ed. Leme: JH. Mizuno, 2013. v. 01. 373p.
FLORIT, Luciano Félix; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; PHILIPPI JR., Arlindo (ed.). Ética socioambiental. Barueri: Manole, 2019.
RODRIGUES, Marcelo Abelha. Direito ambiental. 10. ed. São Paulo: Saraiva Jur, 2023.

Regulação Social
Diretrizes Nacionais sobre Empresas e Direitos Humanos (Decreto nº 9.571/2018): condições de trabalho; combate à discriminação nas relações de trabalho; respeito à diversidade; e identificação dos riscos de violação a direitos humanos nas operações das empresas. Devida diligência e lei sobre gestão da cadeia de produção.

Referências bibliográficas:
FACHIN, Melina Girardi; CAMBI, Eduardo; PORTO, Letícia De Andrade. Constituição e direitos humanos: tutela dos grupos vulneráveis. São Paulo: Grupo Almedina, 2022.
FLORIT, Luciano Félix; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; PHILIPPI JR., Arlindo (ed.). Ética socioambiental. Barueri: Manole, 2019.
LAURENTIZ, Victoria (org) Corrupção, direitos humanos e empresa. Belo Horizonte: D´Plácido, 2017.
MAZZUOLI, Valerio de O. Curso de Direitos Humanos. Grupo GEN, 2021.

Sustentabilidade nas Cadeias Globais de Valor
Comércio internacional e desenvolvimento sustentável. A Organização Mundial do Comércio (OMC) e a questão ambiental. Acordos preferenciais e cláusulas de desenvolvimento sustentável. Taxação aduaneira de carbono: Carbon Border Adjustment Mechanism (CBAM). Combate ao desmatamento e auditoria da cadeia produtiva. Desafios e oportunidades de sustentabilidade no comércio internacional.

Referências bibliográficas:

DIAS, Reinaldo. Gestão Ambiental - Responsabilidade Social e Sustentabilidade. Grupo GEN, 2017.
LUZ, Rodrigo. Comércio internacional e legislação aduaneira. 6. ed. Rio de Janeiro: Método, 2015.
MAIA, Jayme de M. Economia Internacional e Comércio Exterior. Grupo GEN, 2020.
TERCEK, Mark R.; ADAMS, Jonathan S. Capital Natural: como as empresas e a sociedade podem prosperar ao investir no meio ambiente. São Paulo: Alaúde Editorial, 2014.

TÓPICOS ESPECIAIS
Avaliações, atividades complementares, trabalhos em grupo e interação.
Realização das Provas EaD: as provas são disponibilizadas no dia seguinte a aula ao vivo.
Atividades complementares: slides das aulas, material de leitura pré e pós-aula, bibliografia indicada, eventos, reportagens, artigos, entre outros.
Esclarecimento de dúvidas via e-mail após as aulas ao vivo: caso os alunos ainda tenham dúvidas após a aula ministrada, estas serão encaminhadas para o professor e as respostas serão compartilhadas com os alunos.
Interação em aula (trabalhos em grupo): durante a aula ao vivo serão utilizadas as ferramentas TalkShow, Zoom, Wooclap e outros de interação, para desenvolvimento e apresentação de trabalhos em grupo, sanar dúvidas com professor, compartilhar experiências com a turma, responder a enquetes que ajudam na fixação do conteúdo, entre outros.
Chat: ferramenta do sistema acadêmico utilizada durante as aulas ao vivo para que os alunos enviem as dúvidas ao professor.
O histórico do chat fica disponível nos materiais da aula após o término da aula ao vivo.

*Disciplinas e ementas sujeitas a alteração.


PRINCÍPIOS PARA DESENVOLVIMENTO DO TCC

Carga horária destinada às aulas de noções gerais de TCC, escrita científica, áreas de pesquisa e entregas de atividades relacionadas ao TCC.

*Disciplinas e ementas sujeitas a alterações

Carga Horária:

356 horas
Tipo: Obrigatória
Vagas oferecidas: 1300
 
Ministrantes: Adriana Brondani da Rocha    (Especialista)
Adriana Cristina Ferreira Caldana    (Professor USP)
Anderson Cesar Gomes Teixeira Pellegrino    (Especialista)
Carlos Eduardo de Freitas Vian    (Professor USP)
Daniel Godoy Zanco    (Especialista)
Dienice Ana Bini    (Especialista)
Eduardo Saad Diniz    (Especialista)
Fábio Ricardo Marin    (Professor USP)
Felipe Mendes Borini    (Professor USP)
Fernando Campos Mendonça    (Professor USP)
Gilberto Tadeu Shinyashiki    (Professor USP)
Janaina Mascarenhas Hornos da Costa    (Professor USP)
Jose Eurico Possebon Cyrino    (Professor USP)
Jose Otavio Machado Menten    (Professor USP)
Mariana Simões Ferraz do Amaral Fregonesi    (Professor USP)
Raul Miguel Freitas de Oliveira Consoletti    (Professor USP)
Ricardo Harbs    (Especialista)
Roberta Guasti Porto    (Especialista)
Roberto Marchelli Ribeiro Junior    (Especialista)
Sandro Benelli    (Especialista)
Thiago Liborio Romanelli    (Professor USP)
Weber Antonio Neves do Amaral    (Professor USP)


 
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